<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de AchieveMore - AchieveMore</title>
	<atom:link href="https://achievemore.com.br/en/category/management-tools/achievemore/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://achievemore.com.br/en/category/management-tools/achievemore/</link>
	<description>AchieveMore is a PLR, PPR and other variable incentive calculation software that helps your HR department get rid of manual work and connect company strategy with execution.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 Aug 2026 13:53:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>en-US</language>
	<sy:updateperiod>
	hourly	</sy:updateperiod>
	<sy:updatefrequency>
	1	</sy:updatefrequency>
	

<image>
	<url>https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2021/08/favicon.png</url>
	<title>Arquivo de AchieveMore - AchieveMore</title>
	<link>https://achievemore.com.br/en/category/management-tools/achievemore/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Somente 43% dos vendedores bateram metas em 2025, veja o porquê</title>
		<link>https://achievemore.com.br/en/atingimento-metas-dados-vendas-modelos-remuneracao-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin@achievemore]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AchieveMore]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Performance]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Remuneração variável]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[#gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[#metas #vendas #planejamentodevendas #remuneraçãovariavel]]></category>
		<category><![CDATA[#remuneração variável]]></category>
		<category><![CDATA[#remuneraçãoestrategica #remuneraçãovariavel #gestãodeperformance #resultados]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://achievemore.com.br/?p=14763</guid>

					<description><![CDATA[<p>Atingimento de metas em queda: Por que a meta de vendas e os modelos de remuneração estão ineficazes Introdução O atingimento de metas do segundo trimestre de 2025, apenas 42,69% das equipes de vendas SaaS bateram meta, segundo o RepVue Cloud Sales Index citado pela Lative. Esse número está bem abaixo do patamar histórico de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/atingimento-metas-dados-vendas-modelos-remuneracao-ia/">Somente 43% dos vendedores bateram metas em 2025, veja o porquê</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Atingimento de metas em queda: Por que a meta de vendas e os modelos de remuneração estão ineficazes<br><br><strong>Introdução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O atingimento de metas do segundo trimestre de 2025, apenas 42,69% das equipes de vendas SaaS bateram meta, segundo o <a href="https://lative.ai/blog/quota-attainment-benchmarks/">RepVue Cloud Sales Index citado pela Lative</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse número está bem abaixo do patamar histórico de 60% a 65% registrado antes de 2022, conforme aponta a <a href="https://www.getboomerang.ai/glossaries/quota-attainment-benchmarks-2026">Boomerang</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o atingimento cai de forma generalizada, o problema está na meta mal calibrada, não só no vendedor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo de remuneração construído sobre metas ruins tem custo alto, mesmo quando parece fechar no papel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo é para líderes comerciais, RH e profissionais de Total Rewards que precisam entender esses dados e como a IA pode ajudar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atingimento de Metas: o Termômetro da Saúde da Meta de Vendas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Atingimento de metas em queda é o sinal mais direto de que a meta de vendas está desalinhada com a realidade do mercado, não de que o time piorou de uma hora para outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento recente ilustra bem essa fragilidade: a taxa de representantes que batem meta caiu de 44% em 2022 para 28% em 2023, recuperou-se parcialmente para cerca de 43% no fim de 2024 e chegou a 42,69% no Q2 de 2025, segundo a análise da Lative sobre dados do RepVue. <br><br>A mesma fonte reforça que a participação em quota (percentual de vendedores que atingem 100% ou mais da meta) segue &#8220;bem abaixo do benchmark histórico de 50% a 60%&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O quadro piora quando se observa o porte de operação. De acordo com a <a href="https://www.getboomerang.ai/glossaries/quota-attainment-benchmarks-2026">Boomerang</a>, em 2026 o atingimento de meta varia assim entre segmentos:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Industry</strong></th><th><strong>Atingimento de Metas Típico (2026)</strong></th><th><strong>Leitura</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td>SMB</td><td>50% a 65%</td><td>Mais próximo do patamar histórico, ciclos de venda mais curtos</td></tr><tr><td>Mid-Market</td><td>40% a 55%</td><td>Zona de maior volatilidade e ajuste de território</td></tr><tr><td>Enterprise</td><td>35% a 50%</td><td>Ciclos longos, metas mais sensíveis a sazonalidade</td></tr><tr><td>Strategic / Key Accounts</td><td>30% a 45%</td><td>Alto valor por conta, alto risco de meta irreal</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto maior e mais complexa a conta, menor tende a ser o atingimento de metas.<br><br> Isso não significa que vendedores de contas estratégicas performam pior, significa que a meta desses segmentos é a mais difícil de calibrar com precisão, e a mais fácil de errar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por Que as Metas de Vendas Perderam Conexão com a Realidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Metas de vendas ineficazes nascem de um processo top-down: o orçamento corporativo é distribuído sem considerar território, sazonalidade ou capacidade real de cada vendedor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse modelo tem três falhas: rigidez do ciclo anual, desconexão entre dados financeiros e comerciais, e ausência de simulação de cenários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado são metas fora do alcance para parte relevante do time, distorcendo toda a lógica da remuneração variável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma meta irreal não motiva: empurra o vendedor a desistir ou a manipular resultados, contaminando os dados do ciclo seguinte.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Custo Invisível de um modelo de remuneração Mal Desenhado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um modelo de remuneração mal desenhado custa caro mesmo quando o cálculo está correto: a maioria dos vendedores não entende seu próprio variável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Gartner, apenas 24% dos vendedores calculam facilmente seu variável. Para os demais, ele é uma caixa-preta que não motiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem conseguir simular mentalmente o ganho de cada negócio fechado, o variável deixa de ser incentivo e vira só número no contracheque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.gallup.com/workplace/349484/state-of-the-global-workplace.aspx">Gallup</a> aponta que o engajamento global caiu para 20% em 2025, com perda estimada de US$10 trilhões em produtividade no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em times comerciais, remuneração ineficaz e metas desconectadas da realidade corroem o engajamento porque afetam diretamente o quanto o vendedor ganha pelo esforço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Raio-X da AchieveMore cruza dados de meta, atingimento e variável para mostrar onde o plano funciona e onde mina a confiança do time.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Inteligência Artificial Está Mudando o Desenho de Metas e Comissionamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial está mudando o desenho de metas de vendas ao permitir simular cenários com dados de território, histórico e sazonalidade antes de travar o número do ano, substituindo a régua fixa definida uma vez por um modelo testável e ajustável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vendedores de alta performance têm 1,9x mais chance de usar IA no dia a dia, segundo o Salesforce, ampliando a distância para quem não usa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas adoção de IA não garante resultado: 31% dos CSOs apontam dificuldade de comprovar o ROI como principal desafio para 2026, segundo a <a href="https://www.gartner.com/en/newsroom/press-releases/2026-05-19-gartner-survey-shows-thirty-one-percent-of-chief-sales-officers-cited-difficulty-proving-roi-of-ai-driven-tools-as-a-top-challenge-for-sales-objectives-in-two-thousand-twenty-si">Gartner</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ganho real da IA aparece primeiro em produtividade e simulação de cenários, não em uma linha isolada de receita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para metas e remuneração, a IA contribui em três frentes: simulação de cenários, padronização do variável entre territórios e monitoramento contínuo do atingimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Modelo Tradicional vs. Modelo Assistido por IA no Desenho de Metas e Comissionamento</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Dimensão</strong></th><th><strong>Modelo Tradicional</strong></th><th><strong>Modelo Assistido por IA</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td>Definição da meta</td><td>Top-down, a partir do orçamento anual</td><td>Bottom-up, cruzando território, histórico e pipeline</td></tr><tr><td>Frequência de revisão</td><td>Anual, raramente revisada no meio do caminho</td><td>Contínua, com checkpoints trimestrais ou mensais</td></tr><tr><td>Simulação de cenários</td><td>Pouca ou nenhuma, meta travada sem teste prévio</td><td>Simulação de múltiplos cenários antes de travar a meta</td></tr><tr><td>Transparência do modelos de remuneração</td><td>Baixa, cálculo manual e pouco explicado ao vendedor</td><td>Alta, projeções acessíveis ao próprio vendedor</td></tr><tr><td>Padronização entre gestores/territórios</td><td>Varia conforme o gestor e a planilha usada</td><td>Critérios padronizados e auditáveis</td></tr><tr><td>Velocidade de correção de rota</td><td>Só no fechamento do trimestre ou do ano</td><td>Em tempo real, assim que o desvio aparece nos dados</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença central não é a tecnologia em si, é a passagem de um modelo estático (a meta é definida uma vez e vale para o ano) para um modelo dinâmico (a meta é continuamente testada contra a realidade do território e ajustada quando necessário).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Recalibrar Meta e Comissionamento em 2026: um Roteiro Prático</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Recalibrar metas e modelos de remuneração exige tratar o Atingimento de Metas como um KPI contínuo, monitorado por segmento e território, em vez de um número que só se olha no fechamento do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso se traduz em algumas frentes:</p>



<p class="wp-block-paragraph">As principais ações são: medir atingimento mensalmente por segmento, simplificar o variável, simular cenários com IA e revisar o modelo trimestralmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investir em capacitação também vale: 41% dos gestores de contratação no Brasil pagam mais por profissionais certificados, segundo o <a href="https://www.roberthalf.com/br/pt/insights/guia-salarial/vendas-marketing">Guia Salarial 2026 da Robert Half</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma dessas frentes exige abandonar o plano atual, apenas visibilidade sobre onde ele funciona e onde está fazendo água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Raio-X da AchieveMore oferece esse diagnóstico: gratuito, rápido e baseado nos dados reais de meta, atingimento e variável do seu time.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas Frequentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é Atingimento de Metas e como ele é calculado?</strong> Atingimento de Metas é o percentual da meta (quota) que um vendedor ou time efetivamente atinge em um período. Calcula-se dividindo o resultado realizado pela meta estabelecida e multiplicando por 100. Um atingimento de 80% significa que o vendedor entregou 80% do que foi combinado como meta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual é a taxa de Atingimento de Metas considerada saudável hoje?</strong> Historicamente, o benchmark de mercado ficava entre 60% e 65% de atingimento médio antes de 2022. <br>Em 2025 e 2026, esse número caiu para a faixa de 40% a 55% em boa parte dos segmentos B2B, segundo dados da RepVue, Lative e Boomerang, o que exige recalibrar expectativas e, principalmente, investigar a causa da queda antes de simplesmente cobrar mais do time.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que simplificar o modelo de remuneração importa mais do que aumentar o percentual de comissão?</strong> Porque um modelo de remuneração que o vendedor não entende não funciona como incentivo, mesmo que o percentual de comissão seja competitivo. Com apenas 24% dos vendedores conseguindo calcular facilmente sua remuneração variável total, segundo a Gartner, a prioridade deveria ser tornar o cálculo simples e visível antes de discutir se o percentual está adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como a inteligência artificial ajuda a redesenhar metas e modelos de remuneração variável?</strong> A IA permite cruzar dados de território, sazonalidade, ciclo de venda e histórico de atingimento para simular diferentes cenários de meta antes de travá-la, além de padronizar os critérios de cálculo entre gestores e monitorar o Atingimento de Metas em tempo real, permitindo ajustes no meio do ciclo em vez de só no fechamento do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com que frequência a empresa deveria revisar seus modelos de remuneração e suas metas?</strong> O ideal é tratar a meta como algo vivo, com checkpoints trimestrais, mesmo que o modelo de remuneração formal continue anual. Isso permite identificar cedo se um território ou segmento está com meta fora da realidade, em vez de descobrir isso apenas no fechamento do ano, quando já não há mais tempo de correção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusion</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Atingimento de Metas em queda no mundo todo é um alerta que vai muito além da execução do time comercial: ele aponta para metas desconectadas da realidade do território e para modelos de remuneração tão complexos que deixam de funcionar como incentivo. <br><br>Empresas que tratam esse dado como KPI contínuo, simplificam a comunicação do variável e usam dados (com ou sem IA) para simular cenários antes de travar a meta do ano têm uma vantagem real sobre quem ainda repete a régua do ano anterior por inércia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você não sabe, com dados, se a meta e o modelo de remuneração do seu time comercial estão calibrados ou ineficazes, o <strong>Raio-X da AchieveMore</strong> oferece um diagnóstico rápido e gratuito de performance do time de vendas, mostrando exatamente onde recalibrar antes que o próximo ciclo comece.</p><p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/atingimento-metas-dados-vendas-modelos-remuneracao-ia/">Somente 43% dos vendedores bateram metas em 2025, veja o porquê</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Top Performers x Performances Críticas</title>
		<link>https://achievemore.com.br/en/vendedor-bom-bate-meta-como-identificar-top-performers/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin@achievemore]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AchieveMore]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Performance]]></category>
		<category><![CDATA[Remuneração variável]]></category>
		<category><![CDATA[#gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[#metas]]></category>
		<category><![CDATA[#remuneração variável]]></category>
		<category><![CDATA[#remuneraçãoestrategica #remuneraçãovariavel #gestãodeperformance #resultados]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://achievemore.com.br/?p=14745</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vendedor Bom é Aquele que Bate Meta: Como Identificar Top Performers e Reverter Performances Críticas Introdução Um bom vendedor é aquele que bate meta. A frase é conhecida, mas poucas empresas sabem, com dados, quem são os bons, os medianos e quem está em performance crítica dentro do próprio time. Sem essa visibilidade, os melhores [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/vendedor-bom-bate-meta-como-identificar-top-performers/">Top Performers x Performances Críticas</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Vendedor Bom é Aquele que Bate Meta: Como Identificar Top Performers e Reverter Performances Críticas</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um bom vendedor é aquele que bate meta. A frase é conhecida, mas poucas empresas sabem, com dados, quem são os bons, os medianos e quem está em performance crítica dentro do próprio time.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem essa visibilidade, os melhores se desmotivam, os medianos se acomodam e quem está em performance crítica continua custando caro, enquanto a empresa paga a conta. Este artigo é para líderes comerciais, gestores de RH e profissionais de Remuneração e Total Rewards que precisam responder essas perguntas com dados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Que Significa Bater Meta?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em vendas, a meta não é só um número: é um contrato entre empresa e vendedor, o padrão mínimo aceitável de contribuição. Bater meta significa entregar o combinado. A gestão moderna vai além disso: essa é a base da avaliação de desempenho de vendedores, que analisa com que consistência, margem e comportamento o vendedor atinge, ou não, seus indicadores de desempenho em vendas (KPIs de vendas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um vendedor que bate meta em 3 dos 12 meses não é um bom vendedor. Alta performance exige consistência e capacidade de repetir resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem quatro perfis de desempenho que toda gestão comercial precisa identificar:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Perfil</strong></th><th><strong>Descrição</strong></th><th><strong>Risco para a Empresa</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td>Alta Performance</td><td>Bate ou supera a meta consistentemente</td><td>Retenção e competição de mercado</td></tr><tr><td>Performance Sólida</td><td>Bate a meta com regularidade, sem destaque</td><td>Acomodação e estagnação</td></tr><tr><td>Baixa Performance</td><td>Bate a meta eventualmente, com inconsistência</td><td>Custos operacionais e cultura</td></tr><tr><td>Performance Crítica</td><td>Raramente ou nunca bate a meta</td><td>Alto custo, baixo retorno, contágio cultural</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Tratar todos os perfis da mesma forma é um erro estratégico e financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A meta só funciona como régua de desempenho se for calibrada. Metas irreais desmotivam os bons e protegem quem está em performance crítica. Para calibrar, considere: potencial de mercado da região ou carteira, histórico de desempenho, sazonalidade do negócio e recursos disponíveis para o vendedor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Performance Crítica: Por Que É um Problema Sistêmico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Performance crítica é quando o vendedor entrega abaixo do esperado de forma sistemática, encontra justificativas recorrentes e consome tempo de gestão desproporcional ao retorno que gera. Muitas vezes não é um problema de caráter, mas de alocação: a pessoa está no cargo errado. De qualquer forma, o efeito é o mesmo: custa mais do que entrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O custo real vai além do salário. Inclui custo de oportunidade (território não explorado), custo de gestão (tempo do líder em feedbacks e planos de melhoria), custo cultural (efeito sobre os top performers), remuneração variável distorcida (paga sem contribuição proporcional) e treinamento sem retorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a <a href="https://www.gallup.com/workplace/321743/increase-productivity-lowest-possible-cost.aspx">Gallup</a>, colaboradores desengajados (perfil que frequentemente se sobrepõe ao do vendedor de baixo desempenho) custam à empresa o equivalente a 18% do salário anual em perdas de produtividade. Em vendas, esse número tende a ser maior, por envolver também território não explorado e remuneração variável paga sem contrapartida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um vendedor de alta performance vê um colega que entrega a metade recebendo o mesmo tratamento e a mesma remuneração variável, ele passa a se perguntar por que se esforça tanto. Esse é o caminho mais curto para perder os talentos mais disputados pelo mercado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Identificar os Bons Vendedores?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um bom vendedor é, antes de tudo, aquele que tem consistência no atingimento de suas metas. Não um resultado isolado em um mês bom, mas um padrão sustentado ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma forma visual de organizar o time é a curva de Bell. O top 20% entrega consistentemente acima da meta e sustenta o resultado. O middle 60% entrega na média e tem potencial latente. O bottom 20% entrega sistematicamente abaixo e exige decisões difíceis. Empresas de alta performance elevam o middle 60%, retêm o top 20% e decidem sobre o bottom 20%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa avaliação precisa ser longitudinal, ao longo do tempo. Um retrato de um único mês engana: o gestor precisa ver tendência, sazonalidade e capacidade de adaptação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Seu Time é 5 Estrelas? Como Avaliar o Nível Real da Equipe</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A maior armadilha é usar só a régua interna. Avaliar os vendedores apenas em relação à meta da empresa pode significar comparar o time consigo mesmo: quem bate 100% de uma meta subdimensionada não é top performer, é apenas um bom executor de um padrão medíocre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um jeito prático de cruzar os dois eixos (performance entregue e potencial de evolução) é a matriz de performance x potencial, também chamada de matriz 9-box em vendas:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th></th><th><strong>Alto Potencial</strong></th><th><strong>Médio Potencial</strong></th><th><strong>Baixo Potencial</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Alta Performance</strong></td><td>Estrelas (Reter)</td><td>Confiáveis (Manter)</td><td>Especialistas (Reconhecer)</td></tr><tr><td><strong>Média Performance</strong></td><td>Promessas (Desenvolver)</td><td>Núcleo (Sustentar)</td><td>Dependentes (Redirecionar)</td></tr><tr><td><strong>Baixa Performance</strong></td><td>Dilemas (Investigar)</td><td>Underperformers (PDI)</td><td>Desligamento (Decidir)</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Um time é 5 estrelas quando mais de 70% dos vendedores batem a meta consistentemente, o top 20% mantém esse resultado mês a mês, a remuneração variável está correlacionada com a performance individual e existe um plano de desenvolvimento claro para o middle. Ter clareza sobre essa resposta não pode depender de planilha ou do feeling do gestor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É exatamente esse tipo de insight que o <strong>RaioX da AchieveMore</strong> entrega: um raio-x em tempo real de cada vendedor, indicador por indicador. Sem uma ferramenta que centralize esses dados e atualize os números durante o mês, saber se o seu time é realmente 5 estrelas deixa de ser um dado e volta a ser apenas uma impressão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os Riscos de Não Ter Visibilidade Sobre o Desempenho do Time</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sem dados individualizados, os programas de variável tendem a distribuir incentivos igualmente entre desempenhos desiguais, usando dinheiro de incentivo para reter quem não deveria ficar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Top performers sabem o quanto valem. Quando não se sentem reconhecidos, buscam empresas que saibam fazer essa distinção: substituir um profissional pode custar entre 50% e 200% do salário anual dele, segundo a <a href="https://www.gallup.com/workplace/247391/fixable-problem-costs-businesses-trillion.aspx">Gallup</a>, e esse custo tende para o topo dessa faixa quando se trata de um top performer, que carrega know-how, relacionamento com clientes e resultados difíceis de repor rapidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem dados confiáveis, decisões sobre promoção, expansão de território e investimento em treinamento se tornam apostas, e apostas em gestão comercial costumam ser caras. Quando o baixo desempenho é tolerado, ele se torna o padrão aceito e a meta perde valor como compromisso. Sem visibilidade de performance, a Controladoria também não consegue provisionar corretamente os custos de remuneração variável.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer saber, com dados, como está o desempenho do seu time hoje?</strong> Faça o RaioX da AchieveMore: um diagnóstico rápido e gratuito que mostra quem são seus top performers e quem são os vendedores que estão custando caro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusion</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Vendedor bom é aquele que bate meta, com consistência, margem, comportamento e potencial de evoluir. Para saber quem é bom, quem é mediano e quem custa mais do que entrega, você precisa de dados, processos e ferramentas adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale reforçar um ponto central: o maior risco não é manter um vendedor de baixa performance. É perder justamente quem sustenta os resultados da empresa, porque ele não aceita ser tratado da mesma forma que quem entrega menos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gestão de performance comercial não é sobre julgar pessoas: é sobre criar um ambiente onde os melhores são reconhecidos, os medianos se desenvolvem e a performance crítica é identificada a tempo.</p><p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/vendedor-bom-bate-meta-como-identificar-top-performers/">Top Performers x Performances Críticas</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Remuneração Variável no Brasil: Por Que Automatizar o Cálculo Deixou de Ser Opcional?</title>
		<link>https://achievemore.com.br/en/remuneracao-variavel-no-brasil-por-que-automatizar-o-calculo-deixou-de-ser-opcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Stephanie Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AchieveMore]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Performance]]></category>
		<category><![CDATA[#gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[#metas #vendas #planejamentodevendas #remuneraçãovariavel]]></category>
		<category><![CDATA[#remuneração variável]]></category>
		<category><![CDATA[#remuneraçãoestrategica #remuneraçãovariavel #gestãodeperformance #resultados]]></category>
		<category><![CDATA[#sistema de remuneração]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://achievemore.com.br/?p=14641</guid>

					<description><![CDATA[<p>Toda empresa que vive de vendas conhece a cena: fim do mês, a planilha de remuneração abre em uma aba, o time de inteligência comercial cruza os dedos, e alguém do time comercial já está pronto para perguntar &#8220;por que meu número está diferente do que eu calculei?&#8221;. Esse ritual, repetido mês após mês em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/remuneracao-variavel-no-brasil-por-que-automatizar-o-calculo-deixou-de-ser-opcional/">Remuneração Variável no Brasil: Por Que Automatizar o Cálculo Deixou de Ser Opcional?</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<!-- Título sugerido para o campo de título do WordPress: -->
<!-- Remuneração Variável no Brasil: Por Que Automatizar o Cálculo Deixou de Ser Opcional? -->


<p class="wp-block-paragraph">Toda empresa que vive de vendas conhece a cena: fim do mês, a planilha de remuneração abre em uma aba, o time de inteligência comercial cruza os dedos, e alguém do time comercial já está pronto para perguntar &#8220;por que meu número está diferente do que eu calculei?&#8221;. Esse ritual, repetido mês após mês em milhares de empresas brasileiras, é o sintoma de um problema maior: a remuneração variável cresceu em sofisticação muito mais rápido do que a infraestrutura usada para calculá-la.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é remuneração variável, afinal</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Remuneração variável (RV) é a parcela da remuneração de um colaborador que depende de resultado (vendas fechadas, metas atingidas, lucro gerado), em vez de ser um valor fixo garantido todo mês. Remuneração por vendas, bônus por meta, PLR/PPR, aceleradores e premiações por campanha são as formas mais comuns que ela assume no mercado brasileiro. Bem desenhada, a RV conecta o que a empresa quer alcançar ao que cada pessoa faz no dia a dia. Mal operada, ela vira uma fonte recorrente de dúvida, retrabalho e desconfiança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O paradoxo brasileiro: planos sofisticados, operação artesanal</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, os planos de remuneração variável no Brasil evoluíram bastante. Remuneração simples sobre faturamento já divide espaço com modelos que combinam meta individual, aceleradores para quem supera o objetivo, descontos por inadimplência e cláusulas de devolução em caso de cancelamento (o famoso clawback). Empresas também passaram a estender a RV para além do time comercial, incluindo Customer Success, parceiros, marketing e até back-office.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que essa sofisticação do desenho quase nunca veio acompanhada de uma evolução equivalente na forma de calcular. Na prática, boa parte das empresas brasileiras (de startups a companhias com centenas de vendedores) ainda fecha o ciclo de RV em planilhas, com fórmulas que crescem em abas cada vez mais difíceis de auditar. Quanto mais regras o plano acumula (múltiplas faixas, exceções, metas coletivas e individuais ao mesmo tempo), mais frágil fica esse método de cálculo, e mais alto fica o risco de erro silencioso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a planilha realmente custa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É tentador tratar a planilha como uma solução &#8220;gratuita&#8221;, já que não exige investimento em software. Mas o custo dela aparece em outro lugar: tempo, precisão e confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo estimativas da consultoria de pesquisa Gartner, mais de 70% das empresas ainda administram a remuneração de vendas em planilhas, e organizações que dependem desse processo manual chegam a perder de 3% a 5% do total pago em incentivos por conta de valores calculados incorretamente, na maioria das vezes para mais. Em uma operação que paga R$ 1 milhão em remuneração variável por ano, isso representa até R$ 50 mil desperdiçados apenas com erro de cálculo. Em operações manuais, o erro não é exceção: é uma questão de tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o custo de um erro de RV nunca é só financeiro. Quando um vendedor recebe um valor diferente do esperado, ele questiona não apenas aquele pagamento, mas todos os cálculos anteriores. O time responsável pelo cálculo para o que está fazendo para investigar. A liderança comercial gasta energia apagando incêndio em vez de gerenciar performance. Multiplique isso pelo número de vendedores e pela recorrência mensal do ciclo, e fica claro por que &#8220;só uma planilha&#8221; raramente é barata na prática.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Transparência não é um extra: é parte do cálculo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma tentação de tratar a comunicação da RV como uma etapa separada, algo para &#8220;melhorar depois&#8221; que o cálculo estiver resolvido. Mas transparência e precisão são, na prática, a mesma coisa vista de dois ângulos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um vendedor que não consegue acompanhar seu progresso ao longo do mês só descobre o resultado no contracheque, e nesse momento, sem contexto algum, qualquer divergência vira motivo de desconfiança. Já um vendedor que acompanha a apuração em tempo real chega ao fechamento sabendo, com precisão, quanto vai receber. A dúvida vira exceção, não regra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa lógica tem respaldo em pesquisa. O economista Edward Lazear, em um dos estudos mais citados sobre remuneração por desempenho (publicado na American Economic Review, a partir de dados da Safelite Glass Corporation), mostrou que a mudança de um salário fixo para um modelo de remuneração por produtividade gerou um aumento de 44% na produtividade, e que metade desse ganho não veio do time trabalhando mais forte, e sim da empresa passar a atrair e reter profissionais mais fortes, um efeito só possível quando o plano é claro e crível o bastante para pesar na decisão de alguém continuar ou entrar na empresa. Um programa que ninguém entende direito, por mais generoso que seja no papel, não produz esse efeito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cinco práticas para um processo de RV que aguenta escalar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que sair da planilha não exige recomeçar o programa de RV do zero. Exige tratar o cálculo como um processo de governança, não como uma tarefa de fim de mês. Na prática, isso costuma passar por cinco frentes:</p>



<ol class="wp-block-list">

<li><strong>Centralizar a fonte dos dados.</strong> Enquanto vendas, CRM e resultado financeiro vivem em sistemas separados que alguém precisa cruzar manualmente, todo cálculo carrega o risco de quem faz a cópia e cola. Centralizar a origem dos números é o primeiro passo para eliminar esse ponto cego.</li>



<li><strong>Documentar a regra, não só aplicá-la.</strong> Se a fórmula de cálculo existe apenas na cabeça de quem monta a planilha, a empresa depende de uma pessoa para operar o programa inteiro. Regras documentadas sobrevivem a férias, desligamentos e mudanças de estratégia.</li>



<li><strong>Dar visibilidade em tempo real, não só no fechamento.</strong> Quanto mais cedo o colaborador vê seu progresso, menor a distância entre o resultado e a percepção de justiça sobre ele.</li>



<li><strong>Separar exceção de regra.</strong> Aceleradores, clawback e descontos por inadimplência são legítimos, mas quando viram camadas empilhadas sobre uma planilha, cada exceção aumenta a chance de erro. Automatizar essas regras reduz esse risco sem abrir mão da sofisticação do plano.</li>



<li><strong>Auditar o ciclo, não só o resultado final.</strong> Um processo saudável de RV permite reconstruir, meses depois, exatamente como um valor foi calculado. Isso protege a empresa em disputas trabalhistas e protege a confiança do time no dia a dia.</li>

</ol>



<h2 class="wp-block-heading">O que separa um bom plano de um plano que funciona</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A remuneração variável não perdeu relevância como ferramenta de gestão; pelo contrário, ela segue sendo uma das formas mais diretas de conectar esforço individual a resultado de negócio. O que precisa evoluir é a forma como as empresas brasileiras operam esse processo por trás dos bastidores. Entre um plano bem desenhado e um plano que realmente motiva, existe uma etapa que poucas empresas tratam com a seriedade que merece: garantir que o cálculo seja preciso, documentado e visível para quem depende dele todos os meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente nessa etapa que a AchieveMore atua. Nossa plataforma centraliza as regras do plano, automatiza o cálculo e dá visibilidade em tempo real para quem depende da remuneração variável todo mês, trazendo a governança que a planilha nunca conseguiu entregar. Se a RV da sua empresa parece boa na teoria mas gera dúvida todo fim de mês, fale com a gente.</p><p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/remuneracao-variavel-no-brasil-por-que-automatizar-o-calculo-deixou-de-ser-opcional/">Remuneração Variável no Brasil: Por Que Automatizar o Cálculo Deixou de Ser Opcional?</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Remuneração Variável Reversa: melhore a gestão de performance com a aversão à perda</title>
		<link>https://achievemore.com.br/en/remuneracao-variavel-reversa-melhore-a-gestao-de-performance-com-a-aversao-a-perda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Stephanie Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 10:36:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AchieveMore]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Holocracia]]></category>
		<category><![CDATA[Remuneração variável]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://achievemore.com.br/?p=14594</guid>

					<description><![CDATA[<p>O modelo &#8220;Bonus em Risco&#8221; inverte a lógica tradicional de RV e usa a psicologia comportamental para criar um engajamento que o modelo convencional raramente consegue. O que é remuneração variável reversa A remuneração variável reversa, também chamada de RV Decrescente ou Bonus em Risco, é um modelo de incentivo que inverte a lógica convencional [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/remuneracao-variavel-reversa-melhore-a-gestao-de-performance-com-a-aversao-a-perda/">Remuneração Variável Reversa: melhore a gestão de performance com a aversão à perda</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>O modelo &#8220;Bonus em Risco&#8221; inverte a lógica tradicional de RV e usa a psicologia comportamental para criar um engajamento que o modelo convencional raramente consegue.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é remuneração variável reversa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A remuneração variável reversa, também chamada de <strong>RV Decrescente</strong> ou <strong>Bonus em Risco</strong>, é um modelo de incentivo que inverte a lógica convencional da remuneração variável. No formato tradicional, o colaborador parte do zero e vai acumulando bônus conforme atinge metas. No modelo reverso, por outro lado, ele parte do valor cheio e vai perdendo percentuais à medida que fica abaixo das expectativas de performance.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença parece sutil, mas tem impacto direto sobre motivação, engajamento e tomada de decisão. Isso porque o cérebro humano não processa ganhos e perdas de forma simétrica, e é exatamente esse princípio que o modelo explora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Definição objetiva: </strong>Remuneração Variável Reversa é qualquer estrutura de bônus na qual o colaborador inicialmente &#8220;recebe&#8221; um crédito (real ou virtualmente) com o valor máximo da RV no início do ciclo de avaliação, e desconta parte desse valor conforme o não atingimento das metas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Base psicológica: a Teoria da Perspectiva de Kahneman &amp; Tversky</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O fundamento teórico do modelo está na <strong>Teoria da Perspectiva</strong>, desenvolvida pelos economistas comportamentais Daniel Kahneman e Amos Tversky. A teoria demonstra, com evidências empíricas sólidas, que as pessoas são significativamente mais motivadas pela <em>aversão à perda</em> do que pelo ganho equivalente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Perder R$ 5.000 dói muito mais do que ganhar R$ 5.000 alegra.&#8221; Princípio central da Teoria da Perspectiva.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos de Kahneman e Tversky mostram que a dor de perder algo equivale, em média, ao dobro do prazer de ganhar o mesmo valor. Ou seja, colocando o bônus &#8220;na mão&#8221; do colaborador desde o início do ciclo, o modelo cria dois efeitos psicológicos combinados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Efeito de propriedade (endowment effect): </strong>O colaborador sente que o dinheiro já é &#8220;seu&#8221;. Perder algo que já pertence a você é psicologicamente mais custoso do que simplesmente não ganhar algo novo.</li>



<li><strong>Urgência contínua: </strong>A ameaça de perda age como motivador ao longo de todo o ciclo e não apenas na reta final, como acontece em modelos tradicionais com bônus progressivos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como estruturar a remuneração variável reversa na prática</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A construção do modelo exige definir com clareza três elementos: o valor total da remuneração, as faixas de performance e os percentuais de desconto correspondentes. Veja um exemplo com RV-alvo de R$ 12.000/ano:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Performance</strong></th><th><strong>% que mantém</strong></th><th><strong>Valor recebido</strong></th><th><strong>Status</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td>≥ 100% das metas</td><td>100%</td><td>R$ 12.000</td><td><strong>Mantém tudo</strong></td></tr><tr><td>90% a 99%</td><td>80%</td><td>R$ 9.600</td><td><strong>Perda pequena</strong></td></tr><tr><td>80% a 89%</td><td>60%</td><td>R$ 7.200</td><td><strong>Perda moderada</strong></td></tr><tr><td>70% a 79%</td><td>30%</td><td>R$ 3.600</td><td><strong>Perda significativa</strong></td></tr><tr><td>&lt; 70%</td><td>0%</td><td>R$ 0</td><td><strong>Perda total</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Uma alternativa aos degraus fixos é a <strong>escala contínua (sliding scale)</strong>, na qual cada ponto percentual abaixo de 100% recebe descontos proporcionalmente. Esse formato reduz a percepção de injustiça e elimina os &#8220;efeitos de limiar&#8221;, situação em que o colaborador que atingiu 89,9% recebe muito menos do que o que atingiu exatamente 90%.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Variações do modelo de RV decrescente</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Desconto por indicador</strong><br>Cada KPI tem peso e desconto próprios. Se o colaborador tem três metas e zera apenas uma, perde apenas o percentual correspondente àquele indicador e não o bônus total. Reduz a sensação de punição desproporcional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Bonus em Risco com piso mínimo</strong><br>Define um percentual garantido, por exemplo, 40% da RV é fixa e inegociável. Os 60% restantes funcionam no modelo decrescente. Equilibra o estímulo psicológico com a segurança necessária em ambientes menos previsíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Crédito visual com pagamento no final</strong><br>O colaborador não recebe o dinheiro de fato no início, porém tem acesso a um dashboard em tempo real mostrando quanto do bônus ainda &#8220;possui&#8221;. A perda é visual e contínua, mantendo o engajamento ao longo de todo o ciclo sem criar risco financeiro imediato para a empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Riscos jurídicos no Brasil</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção ao risco de incorporação salarial: </strong>No Brasil, se a RV reversa for mal estruturada, ela pode ser reconhecida como salário por habitualidade e especialmente se o colaborador receber o valor máximo com frequência. Dessa forma, poderia haver impacto em encargos, férias, 13º salário e FGTS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mitigar esse risco, o regulamento deve deixar absolutamente claro que <strong>o valor cheio é condicional desde o início</strong>, e não uma garantia. Recomendações práticas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Documentação robusta: </strong>O modelo deve constar em regulamento específico de RV, assinado pelo colaborador e homologado internamente. Evite qualquer linguagem que sugira que o valor &#8220;pertence&#8221; ao colaborador antes do ciclo ser concluído.</li>



<li><strong>Ausência de automaticidade: </strong>Vincule o pagamento a critérios objetivos e mensuráveis, com avaliação formal ao final do ciclo. Jamais pague o valor cheio de forma automática por mais de dois ciclos consecutivos sem revisão do modelo.</li>



<li><strong>Parecer jurídico especializado: </strong>Dada a sensibilidade do tema no direito trabalhista brasileiro, a implementação deve contar com análise de advogado trabalhista antes do lançamento.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidados e Boas Práticas na implementação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comunicação é metade do modelo: </strong>Se o colaborador não internalizar que &#8220;já tem&#8221; o bônus e que a perda é real, o efeito psicológico se perde completamente. A largada de cada ciclo deve ser tratada como um evento comunicacional e não apenas como um detalhe administrativo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Metas calibradas são inegociáveis</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo só funciona se as metas forem genuinamente atingíveis. Se o histórico mostra que 80% dos colaboradores ficam abaixo de 70% das metas, o modelo deixa de ser um incentivo e passa a ser um gerador de frustração sistêmica, e a empresa paga menos, mas perde as pessoas. Antes de implementar a RV reversa, audite o histórico de atingimento das metas dos últimos dois ou três anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cultura organizacional</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em ambientes muito hierárquicos, com histórico de metas impossíveis ou baixa confiança na liderança, o modelo pode gerar ansiedade tóxica e sensação de punição injusta. A RV decrescente funciona melhor onde há:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Transparência nos dados e nos critérios de avaliação.</li>



<li>Confiança de que as metas foram construídas de forma colaborativa.</li>



<li>Acesso em tempo real ao progresso de performance.</li>



<li>Histórico de fairness nos processos de RH.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dashboard e acompanhamento em tempo real</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A versão mais eficaz do modelo combina o crédito visual com uma ferramenta que mostre ao colaborador, em tempo real, quanto do bônus ainda está &#8220;preservado&#8221;. Sem esse acompanhamento contínuo, o efeito de aversão à perda só se manifesta no momento da avaliação final, e a janela de ação já passou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para quem a Remuneração Variável Reversa funciona melhor</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo é especialmente eficaz em funções onde o colaborador tem alto grau de controle sobre o próprio resultado. Os contextos mais indicados incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vendas B2B e B2C com metas individuais claras.</li>



<li>Atendimento ao cliente com NPS ou CSAT mensuráveis.</li>



<li>Operações com KPIs objetivos e ciclos curtos.</li>



<li>Funções com entregáveis bem definidos e de curto prazo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, o modelo tende a ser percebido como injusto em projetos de longo prazo com muitas variáveis externas, funções de pesquisa e desenvolvimento, áreas jurídicas e de compliance, e cargos de liderança sênior com responsabilidade sistêmica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes sobre remuneração variável reversa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Remuneração variável reversa é ilegal no Brasil?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é ilegal, mas exige atenção jurídica. A CLT e a jurisprudência trabalhista reconhecem modelos de RV condicionada, desde que bem documentados, com critérios objetivos e sem habitualidade no pagamento máximo. O risco principal é a incorporação salarial por falta de clareza no regulamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual a diferença entre Bonus em Risco e remuneração variável tradicional?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na RV Tradicional, o colaborador parte do zero e acumula bônus conforme performa. No Bonus em Risco, ele começa com o valor máximo &#8220;creditado&#8221; e vai perdendo conforme fica abaixo das metas. A diferença de resultado financeiro pode ser idêntica, mas o impacto psicológico é significativamente distinto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como evitar que o modelo gera desmotivação em vez de engajamento?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O antídoto principal são as metas calibradas. Afinal, se o histórico mostra que as metas são sistematicamente inatingíveis, o modelo amplifica a frustração. Outros fatores: comunicação clara no início do ciclo, dashboard de acompanhamento em tempo real, e piso mínimo garantido para reduzir a ansiedade excessiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O modelo funciona para gestores e líderes de equipe?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depende da função. Para gestores com metas claras de resultado (vendas, operações, atendimento), funciona bem. Para líderes com responsabilidade de cultura, desenvolvimento de pessoas e projetos de longo prazo, o modelo pode ser percebido como injusto e dificultar comportamentos colaborativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É necessário pagar o valor ao colaborador no início do ciclo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A variação mais comum, e juridicamente mais segura, é o crédito virtual via dashboard. O colaborador vê em tempo real quanto &#8220;possui&#8221;, mas o pagamento ocorre apenas ao final do ciclo, calculado com base na performance efetiva. Isso elimina o risco financeiro e trabalhista de um pagamento antecipado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conheça a AchieveMore</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Adotar um sistema que automatize o cálculo é fundamental. Conheça, portanto,&nbsp;<a href="https://achievemore.com.br/en/">a AchieveMore, uma plataforma que oferece soluções de automação para o cálculo de incentivos variáveis</a>, garantindo precisão e segurança para a sua empresa e seus colaboradores.</p><p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/remuneracao-variavel-reversa-melhore-a-gestao-de-performance-com-a-aversao-a-perda/">Remuneração Variável Reversa: melhore a gestão de performance com a aversão à perda</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como dar prioridade na automação do cálculo de PLR da sua empresa</title>
		<link>https://achievemore.com.br/en/como-dar-prioridade-na-automacao-do-calculo-de-incentivos-variaveis-da-sua-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Túlio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 14:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AchieveMore]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[#remuneraçãoestrategica]]></category>
		<category><![CDATA[automação]]></category>
		<category><![CDATA[plr]]></category>
		<category><![CDATA[ppr]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://achievemore.com.br/?p=7096</guid>

					<description><![CDATA[<p>A gestão de incentivos variáveis é um desafio para muitas empresas, especialmente quando os cálculos são feitos manualmente ou com ferramentas inadequadas. Automatizar esses processos não só reduz erros e inconsistências, mas também melhora a eficiência operacional. Apesar disso, muitas empresas ainda não dão prioridade na automação dos Cálculos de Incentivos Variáveis por meio da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/como-dar-prioridade-na-automacao-do-calculo-de-incentivos-variaveis-da-sua-empresa/">Como dar prioridade na automação do cálculo de PLR da sua empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A gestão de incentivos variáveis é um desafio para muitas empresas, especialmente quando os cálculos são feitos manualmente ou com ferramentas inadequadas. Automatizar esses processos não só reduz erros e inconsistências, mas também melhora a eficiência operacional. Apesar disso, muitas empresas ainda não dão prioridade na automação dos Cálculos de Incentivos Variáveis por meio da adoção de uma ferramenta. Dessa forma, podem ter falhas nos pagamentos, insatisfação dos colaboradores e perda de tempo valioso. Portanto neste artigo, exploramos a importância de priorizar a automação dos cálculos de incentivos variáveis e como uma ferramenta pode ser um diferencial estratégico para sua empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a importância de priorizar a Automação dos Cálculos de Incentivos Variáveis?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A priorização da automação dos cálculos de incentivos variáveis envolve a adoção de <a href="https://achievemore.com.br/en/">uma solução tecnológica que automatiza a apuração, distribuição e gestão desses incentivos</a>. Ou seja, isso significa substituir planilhas e processos manuais por um software especializado que integra dados, calcula premiações de forma precisa e gera relatórios de forma rápida e confiável.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplos práticos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma empresa que lida com diferentes tipos de comissionamento pode reduzir drasticamente erros ao automatizar seus cálculos.</li>



<li>Organizações que operam com metas e bonificações personalizadas podem obter maior transparência nos resultados.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Benefícios da automação dos cálculos de incentivos variáveis</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Redução de erros:</strong> A automação elimina a necessidade de inserção manual de dados, reduzindo então inconsistências e aumentando a precisão dos resultados.</li>



<li><strong>Agilidade na tomada de decisão: </strong>Com relatórios automáticos e dashboards interativos, é possível avaliar rapidamente a performance e ajustar estratégias de incentivo.</li>



<li><strong>Transparência e confiabilidade: </strong>Funcionários e gestores têm acesso a dados precisos e auditáveis. Desse modo, a confiança nos processos internos melhora.</li>



<li><strong>Economia de tempo e recursos: </strong>Ao automatizar os cálculos, as equipes podem focar em estratégias e melhoria dos programas de incentivo e, dessa forma, param de perder tempo com correção de erros.</li>



<li><strong>Cálculo Preciso das Exceções do PLR:</strong> Muitos modelos de PLR envolvem <a href="https://achievemore.com.br/en/como-calcular-plr-em-casos-de-demissao-e-mudancas-de-cargo/">regras complexas e exceções específicas para diferentes perfis de colaboradores</a>. Contudo, um software especializado permite tratar essas exceções de forma precisa, garantindo que todos os cálculos sejam feitos corretamente e evitando problemas na apuração dos valores devidos.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Como automatizar seu cálculo de incentivos variáveis</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Passo 1: Avalie as necessidades da sua empresa</strong><strong><br></strong>Identifique os desafios enfrentados nos cálculos de incentivos e determine os requisitos essenciais para uma solução automatizada.</li>



<li><strong>Passo 2: Escolha um software especializado</strong><strong><br></strong>Opte por uma ferramenta que seja flexível, escalável e que atenda às particularidades do seu modelo de incentivos variáveis.</li>



<li><strong>Passo 3: Integre a ferramenta com seus sistemas</strong><strong><br></strong>Garanta que a solução se conecte aos sistemas já utilizados, como ERP, CRM e ferramentas de folha de pagamento.</li>



<li><strong>Passo 4: Capacite sua equipe<br></strong>Treine os colaboradores para utilizarem a ferramenta. Assim, eles podem aproveitar ao máximo suas funcionalidades.</li>



<li><strong>Passo 5: Monitore e ajuste</strong><strong><br></strong>Acompanhe os resultados gerados pela automação e faça ajustes conforme necessário para otimizar os processos.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Como um Software de Gestão de Incentivos Pode Ajudar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um software pode ajudar a dar Prioridade na automação dos cálculos de incentivos variáveis. Além disso ele ajudará a solucionar os desafios apresentados, garantindo cálculos precisos, transparência nos pagamentos e maior motivação da equipe. Com ele, é possível:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Automatizar 100% dos processos de cálculo.</li>



<li>Reduzir drasticamente erros e retrabalho.</li>



<li>Oferecer visibilidade em tempo real dos incentivos.</li>



<li>Garantir conformidade com regras e políticas internas.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça a AchieveMore</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Adotar um sistema que automatize o cálculo é fundamental. Conheça <a href="https://achievemore.com.br/en/">a AchieveMore, uma plataforma que oferece soluções de automação para o cálculo de incentivos variáveis</a>, garantindo precisão e segurança para a sua empresa e seus colaboradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/como-dar-prioridade-na-automacao-do-calculo-de-incentivos-variaveis-da-sua-empresa/">Como dar prioridade na automação do cálculo de PLR da sua empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Automation of PLR Calculation: Overcoming Challenges and Maximizing Benefits</title>
		<link>https://achievemore.com.br/en/automatizacao-do-calculo-da-plr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Stephanie Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 17:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AchieveMore]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de gestão]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://achievemore.com.br/?p=5235</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste artigo, iremos descobrir juntos como a automatização do cálculo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) pode te ajudar a superar desafios, maximizar benefícios e simplicar operações. O cálculo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) é uma tarefa complexa que envolve diversos parâmetros, variáveis e considerações. Realizá-lo manualmente impõe uma série de desafios [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/automatizacao-do-calculo-da-plr/">Automatização do Cálculo de PLR: Superando Desafios e Maximizando Benefícios.</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Neste artigo, iremos descobrir juntos como a automatização do cálculo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) pode te ajudar a superar desafios, maximizar benefícios e simplicar operações.</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://achievemore.com.br/en/post-2901/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1400" height="788" src="https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2024/01/post-2901-1400x788.png" alt="" class="wp-image-5236" srcset="https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2024/01/post-2901-1400x788.png 1400w, https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2024/01/post-2901-800x450.png 800w, https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2024/01/post-2901-768x432.png 768w, https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2024/01/post-2901-1536x864.png 1536w, https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2024/01/post-2901-2048x1152.png 2048w, https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2024/01/post-2901-18x10.png 18w" sizes="(max-width: 1400px) 100vw, 1400px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O cálculo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) é uma tarefa complexa que envolve diversos parâmetros, variáveis e considerações. Realizá-lo manualmente impõe uma série de desafios que podem impactar a eficiência e precisão do processo. No entanto, a transição para a automação desse cálculo oferece benefícios significativos que vão além da simplificação operacional.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Desafios da Realização Manual</strong></p>



<ol class="wp-block-list" type="1">
<li><strong>Complexidade e Propensão a Erros:</strong> O cálculo da PLR muitas vezes envolve fórmulas complexas e variáveis dinâmicas. O risco de erros humanos é alto, especialmente em organizações com grandes volumes de dados.</li>



<li><strong>Demora no Processamento:</strong> A realização manual demanda tempo significativo, aumentando a probabilidade de atrasos na distribuição da PLR aos colaboradores. Isso não apenas impacta a moral da equipe, mas também pode gerar insatisfação e desconfiança.</li>



<li><strong>Dificuldade na Adaptação a Mudanças:</strong> Alterações nas regras de cálculo ou nas metas estabelecidas podem ser difíceis de serem incorporadas manualmente, levando a uma falta de agilidade e flexibilidade no processo.</li>
</ol>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Benefícios da Automação</strong></p>



<ol class="wp-block-list" type="1">
<li><strong>Precisão Aprimorada:</strong> Sistemas automatizados reduzem drasticamente a margem de erro, garantindo que o cálculo da PLR seja preciso e confiável. Isso promove transparência e fortalece a confiança dos colaboradores na equidade do processo.</li>



<li><strong>Eficiência Operacional:</strong> A automação permite o processamento rápido e eficiente de grandes volumes de dados. Isso não apenas acelera o tempo de conclusão do cálculo, mas também libera recursos humanos para tarefas mais estratégicas.</li>



<li><strong>Adaptabilidade a Mudanças:</strong> Sistemas automatizados podem ser facilmente ajustados para incorporar novas regras ou metas, garantindo que a PLR esteja alinhada com as metas organizacionais em constante evolução.</li>



<li><strong>Relatórios Detalhados e Auditoria Facilitada:</strong> A automação proporciona a geração rápida de relatórios detalhados, facilitando a auditoria interna e externa. Isso assegura a conformidade com regulamentações e normas, promovendo uma governança mais sólida.</li>



<li><strong>Satisfação dos Colaboradores:</strong> A distribuição pontual e precisa da PLR, resultado da automação, contribui para a satisfação dos colaboradores, fortalecendo o comprometimento e o senso de reconhecimento.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, a transição da realização manual para a automação do cálculo de PLR é uma estratégia que não apenas supera os desafios inerentes ao processo, mas também impulsiona a eficiência, precisão e satisfação dos colaboradores. A adoção de tecnologias avançadas nesta área não é apenas uma resposta às dificuldades encontradas, mas também uma oportunidade de promover uma cultura organizacional mais ágil e orientada para resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não deixe que o cálculo da PLR seja uma dor de cabeça. Entre em contato conosco e conheça mais sobre a AchieveMore e descubra como podemos transformar positivamente a dinâmica do seu negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://wa.me/551130978667"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Clique aqui para agendar uma demonstração!</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não perca mais tempo com processos manuais. Capacite sua equipe, otimize seus recursos e alcance novos patamares de eficiência com a AchieveMore. </p><p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/automatizacao-do-calculo-da-plr/">Automatização do Cálculo de PLR: Superando Desafios e Maximizando Benefícios.</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entenda qual é a metodologia aplicada pela AchieveMore</title>
		<link>https://achievemore.com.br/en/entenda-qual-e-a-metodologia-aplicada-pela-achievemore/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tamires Seabra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 16:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AchieveMore]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://achievemore.com.br/?p=2679</guid>

					<description><![CDATA[<p>A AchieveMore surgiu com o propósito de oferecer a melhor solução quando o assunto é gestão de performance e resultados, sempre em busca de alinhar resultados e recompensas de forma simples, confiável e principalmente de uma maneira que engaje e motive as pessoas a entregar cada vez mais os melhores resultados.   Nosso time sempre está [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/entenda-qual-e-a-metodologia-aplicada-pela-achievemore/">Entenda qual é a metodologia aplicada pela AchieveMore</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://achievemore.com.br/en/entenda-qual-e-a-metodologia-aplicada-pela-achievemore/blog-marco_-2/"><img decoding="async" width="1400" height="788" src="https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2022/03/BLOG.MARCO_-2-1400x788.png" alt="" class="wp-image-2680" srcset="https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2022/03/BLOG.MARCO_-2-1400x788.png 1400w, https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2022/03/BLOG.MARCO_-2-800x450.png 800w, https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2022/03/BLOG.MARCO_-2-768x432.png 768w, https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2022/03/BLOG.MARCO_-2-1536x864.png 1536w, https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2022/03/BLOG.MARCO_-2-2048x1152.png 2048w, https://achievemore.com.br/wp-content/uploads/2022/03/BLOG.MARCO_-2-18x10.png 18w" sizes="(max-width: 1400px) 100vw, 1400px" /></a></figure>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">A AchieveMore surgiu com o propósito de oferecer a melhor solução quando o assunto é gestão de performance e resultados, sempre em busca de alinhar resultados e recompensas de forma simples, confiável e principalmente de uma maneira que engaje e motive as pessoas a entregar cada vez mais os melhores resultados.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso time sempre está em busca de aperfeiçoar as nossas soluções, sejam elas com foco no coletivo ou no individual, mas sempre focando em reconhecer e recompensar aqueles que fazem a diferença na entrega dos resultados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, você deve estar se perguntando como é que a AchieveMore consegue unir tecnologia com sistema de recompensa em um só lugar e ainda garantir que minha equipe se mantenha motivada e entregue bons resultados? Aqui vai a resposta: A AchieveMore, com anos de experiência, tem ajudado diversas empresas a alavancar seus resultados através da sua própria metodologia. Com o nosso time de especialistas em tecnologia, conseguimos aplicar as melhores práticas do mercado desenvolvendo um software de gestão de performance e resultado completo. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afinal, qual é a metodologia aplicada pela AchieveMore?&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para que você entenda qual é a metodologia aplicada pela AchieveMore em nossos clientes e parceiros globais, precisamos te contar um segredo: “Nosso time acredita que a procura pelos resultados é planejada e gerenciada através da definição de objetivos, da captura de oportunidades e da recompensa pelos resultados alcançados. Por isso, trabalhamos unidos e constantemente em busca de entregar as mais simples, fáceis e efetivas soluções, para que elas façam a real diferença nos resultados da sua empresa e tenha impacto direto no dia-a-dia de toda a equipe”.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A nossa metodologia é distribuída em 5 pontos principais e esses pontos são:&nbsp;</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1 &#8211;&nbsp; Definição da estratégia corporativa:&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A definição da estratégia corporativa é um conjunto de ações que a empresa irá utilizar para conseguir vantagens competitivas no segmento em que atua, para que desta forma consiga adquirir algum tipo de resultado satisfatório.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2 &#8211;&nbsp; Seleção dos indicadores chave de performance:&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os <a href="https://achievemore.com.br/en/single-post/oque-e-kpi/">indicadores chave de performance</a>, precisam ser medidos constantemente, pois é através deles e desse acompanhamento constante que você vai entender qual das etapas da sua estratégia corporativa está realmente dando certo ou não. Por isso, escolha indicadores que possam ser medidos periodicamente e que ajudem na tomada de decisões sempre que necessário.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3 &#8211;&nbsp; Criação do plano operacional e definição dos objetivos:&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A criação do <a href="https://rockcontent.com/br/blog/planejamento-operacional/">planejamento operacional</a> ou como também é conhecido como plano de trabalho, é a etapa onde você vai montar um fluxo de trabalho diário e constante, ou seja você vai transformar suas metas e objetivos do planejamento estratégico da sua empresa em atividades menores e executáveis,</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4 &#8211;&nbsp; Execução do plano e gestão dos resultados:&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Bom, depois de todo o planejamento realizado chegou a hora de executar toda a estratégia corporativa e o plano operacional, por isso nesta etapa de execução você também fará a gestão dos resultados, sabe aqueles indicadores chave de performance que você definiu lá no começo da sua estratégia? Então é aqui que eles entram, depois do início da execução o gerenciamento dos resultados aliado com seus indicadores chave, serão os norteadores para te mostrar se sua estratégia está dando certo ou não, o gerenciamento dos resultados, é importante não somente para medir a eficácia da estratégia, mas também para as tomadas de decisões, como por exemplo, compensar a equipe pelo atingimento dos resultados ou mudar a direção da equipe. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5 &#8211;&nbsp; Compensação pelo atingimento dos resultados:&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depois que você conseguiu começar a gerenciar os resultados, chegou a hora de compensar o seu time pelos resultados que foram alcançados, e essa etapa é a chave para te ajudar a manter sua equipe motivada, identificar aquele que tem se destacado e quem precisa de um acompanhamento mais de perto.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os benefícios da metodologia aplicada pela AchieveMore?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A AchieveMore investiu muito para criar um  software que ajudasse nosso cliente a atingir suas metas. Por isso, desenvolvemos uma plataforma tecnológica onde os esforços dos colaboradores são direcionados para as metas da empresa e fizemos isso alinhando a estratégia, execução, atingimento de resultados e programa de incentivos, aplicamos a nossa tecnologia e metodologia para você ter os seguintes benefícios: </p>



<p class="wp-block-paragraph">1 &#8211; Com a AchieveMore, você pode concentrar seus KPI’s em um único sistema de dados e medir aquilo que realmente importa;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2 &#8211; Com a AchieveMore, você consegue gerenciar pelos objetivos e ajustar as metas individuais ou coletivas no decorrer do período; </p>



<p class="wp-block-paragraph">3 &#8211; Com a AchieveMore, você também pode monitorar os resultados do time, além de dar feedbacks sobre o desempenho de cada integrante do seu time;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4 &#8211; Com a AchieveMore, você define as regras e controla todo o processo de premiação e recompensa em função do desempenho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além desses existem outros inúmeros benefícios que podem levar os resultados da sua equipe, e consequentemente empresa, para um novo nível. Para que você possa entender quais são os resultados que sua empresa pode atingir usando um software de gestão de performance e resultados,<a href="https://achievemore.com.br/en/"> (CLIQUE AQUI)</a>. </p><p>O post <a href="https://achievemore.com.br/en/entenda-qual-e-a-metodologia-aplicada-pela-achievemore/">Entenda qual é a metodologia aplicada pela AchieveMore</a> apareceu primeiro em <a href="https://achievemore.com.br/en">AchieveMore</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>